Esporte & Cotidiano

Três ouros colocam o Brasil em evidência no Mundial de Judô Paralímpico

Resultado em Tbilisi elevou a equipe brasileira a dez medalhas; entenda as principais regras da modalidade

O Brasil conquistou três medalhas de ouro no segundo dia do Mundial Paralímpico de judô, realizado em Tbilisi, na Geórgia. Os resultados obtidos no sábado (26) incluíram ainda duas pratas e dois bronzes.

Com os pódios da rodada, os atletas brasileiros chegaram a dez medalhas nesta edição do campeonato: três de ouro, cinco de prata e duas de bronze. A marca reúne os resultados alcançados desde o início da competição e amplia a presença do país entre os destaques do torneio.

Como funciona o judô paralímpico

O judô paralímpico é praticado por atletas com deficiência visual. As lutas seguem a maior parte das regras do judô convencional, mas contam com adaptações para aumentar a segurança e permitir que os competidores percebam melhor a posição um do outro.

Uma dessas adaptações é o início do combate com os judocas segurando o quimono do adversário. Esse contato ajuda os atletas a identificar os movimentos e a distância entre os corpos. Se o contato for interrompido durante a luta, o árbitro pode paralisar o combate e reposicionar os competidores.

O objetivo é derrubar o adversário de costas no tatame ou conseguir uma imobilização dentro dos critérios previstos no regulamento. O ippon, por exemplo, representa a pontuação máxima e pode encerrar a luta. Para quem acompanha a modalidade pela primeira vez, a disputa combina força, equilíbrio, técnica e rapidez para aproveitar o momento certo do ataque.

O peso do resultado brasileiro

As sete medalhas conquistadas no segundo dia — três ouros, duas pratas e dois bronzes — deram impulso à campanha nacional. Além do resultado individual de cada atleta, a soma dos pódios mostra a regularidade do grupo em diferentes categorias.

O Mundial reúne competidores de vários países e serve como uma das principais disputas internacionais do calendário do judô paralímpico. O desempenho em Tbilisi também permite avaliar o nível técnico dos atletas brasileiros diante de adversários de diferentes escolas da modalidade.

A cobertura da campanha foi publicada pela Agência Brasil.

Fontes e transparência

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